Resolva três importantes desafios da operação distribuída

Em tempos de gestão remota, a monitoria de qualidade no atendimento passa a fazer ainda mais sentido, principalmente considerando que a mudança do trabalho presencial para o modelo distribuído aconteceu de forma compulsória, imposta tanto aos adeptos da prática quanto aos mais conservadores.

Trabalho 100% presencial é coisa do passado

Por mais que ainda exista resistência de profissionais e empregadores com relação ao trabalho distribuído, uma coisa é certa: ele veio para ficar em áreas elegíveis a esse modelo de operação. Por isso, é prudente que as empresas mudem a maneira como veem o home office daqui para frente.

Ciente dessa nova realidade, algumas organizações já se adaptaram ou se preparam para aderir ao trabalho híbrido, enquanto outras, como a Heineken, entre outras grandes corporações, já anunciaram que os expedientes serão permanentemente remotos, com encontros presenciais pontuais ou opcionais. 

Essa ruptura, certamente, agrada muitos profissionais adeptos do novo anywhere office e que finalmente estão conquistando as tão sonhadas flexibilidade e qualidade de vida. Do ponto de vista dos empregadores, os novos modelos de trabalho permitem otimizar custos, além de ser um atrativo a mais para profissionais de talento.

5 benefícios do trabalho híbrido

De acordo com o estudo da Robert Half Demanda Por Talentos no Cenário Atual, trabalhar com equipes híbridas gera aos empregadores cinco benefícios prioritários:

  1. oportunidade de oferecer aos funcionários mais flexibilidade e melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional;
  2. redução de custos com a estrutura do escritório;
  3. garantia da continuidade e da produtividade dos negócios;
  4. viabilização para que os negócios permaneçam ágeis; e
  5. aceleração da transformação digital.

Gestão da performance: a líder dos desafios do trabalho remoto

O mesmo estudo da Robert Half aponta que controlar a jornada de trabalho da equipe que atua de maneira distribuída é um dos principais desafios dos líderes. E, nesse quesito, vale a pena incluir não apenas o controle de horas trabalhadas, mas também a gestão da performance.

Em conversa com clientes da Telesul, mapeamos três desafios prioritários que as lideranças têm enfrentado na condução do trabalho remoto:

1. Manter a gestão da equipe em dia

Mais do que mapear o desempenho dos colaboradores e as horas trabalhadas durante o expediente, o gestor precisa de um processo automatizado que lhe forneça dados confiáveis para definir, mensurar e ajustar padrões diários de produtividade do time, sem perder de vista os objetivos do negócio. Assim, é possível promover a melhoria contínua da área. Todas essas iniciativas são encontradas na solução Performance Tracker, software de gestão de performance.

2. Manter a segurança das redes corporativas

Com planejamento, o parceiro de tecnologia certo e as ferramentas tecnológicas adequadas, é possível ter um pedaço da empresa em qualquer lugar. Com a solução de teletrabalho da Aruba, sua organização pode, por exemplo, entregar na residência de cada colaborador um ponto da rede de cloud wi-fi corporativa. Por meio dela, o profissional terá acesso seguro a recursos, impressora de rede, ferramentas, PC de mesa e telefonia voip.

Para reforçar a segurança da rede, considere aderir ao serviço de um Centro de Operações de Serviços (SOC). Com ele, é possível monitorar o ambiente digital da organização de maneira ininterrupta. Dessa forma, fica mais fácil identificar rapidamente qualquer não conformidade no parque tecnológico da empresa, de forma proativa. O objetivo é eliminar ameaças ou incidentes tão logo eles se apresentem.

3. Treinar colaboradores e gestores para que aprendam a exercer suas funções remotamente

No mundo corporativo circula a seguinte frase: pessoas são contratadas pelo perfil técnico e demitidas pelo comportamento. Essa sempre foi uma verdade que está ainda mais valorizada nesse período. Afinal, pouco adianta ter experiência, conhecimento e qualificações, se o profissional não tiver capacidade de autogerenciamento no home office ou se o líder insistir em praticar o microgerenciamento nesse novo momento.

Os novos modelos de operação pedem, ainda, por pessoas capazes de controlar as próprias emoções diante das adversidades, além de se adaptar às novidades, fazer sugestões criativas e inovadores e ter um pensamento estratégico. Tudo isso, entendendo que não há mais espaço para resistir quanto a aderir a novas tecnologias.

Acreditamos que crises, como as geradas pela pandemia, apesar das perdas lamentáveis, devem inspirar nas organizações o desejo de renovação. Estamos dispostos e qualificados a auxiliar o seu negócio nesse processo. Vamos falar mais sobre esse assunto?

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